As folhas brilham,
Raio,
Onda,
Seda,
Sol,
Eu poetizado toco nas manchas brancas, letras do teclado negro opaco,
E as letras viram palavras pretas na superfície branca, verniz.
Eu como giz dissolvo-me na sombra dessa gaiola fria.
O sol não entra, sorri no lado de fora.
R!
segunda-feira, 28 de abril de 2008
sábado, 22 de março de 2008
LIVROS DE PAULO ROGÉRIO

Quando acordei já passava do meio dia.Minha cabeça doía. Olho em volta e o quarto está uma bagunça como o resto da casa, garrafas e latas de cerveja pelo chão, pontas de cigarros, marcas de sapatos no tapete e o cheiro de cigarros, incenso barato e maconha se misturavam no local. Decidi não levantar. Sera um dia perdido, resseca e mal estar...
DISTRIBUIÇÃO RESISTÊNCIA ANTI-FASHION

"Sem mais vontade alguma por se entregar e aos poucos passou a fazer parte desse sistema viciado só trabalho e trabalho nem olha para os lados, acredita que não há mais o que olhar, as flores não tem mais cor e o sol não mais brilha, somente o cinza do concreto e o frio do asfalto enfeitam a cidade. Acabou por se tornar mais uma flor morta neste jardim sem vida."
segunda-feira, 17 de março de 2008
União faz a força, não ao estado e aos seus representantes!!!
Cuidado com os “grupinhos charmosos” do capital !
"Apaches, Punks, existencialistas, hippies, Beatniks, de todos os tempos uni-vos" ( trecho da música de Caetano Veloso)
Sindicalismo Revolucionário!!!
Velimer Khlébnikov
foto: O Ceú de domingo em POA - Rodrigo - março 2008
Velimir Khlébnikov
"Basta-me..."
Basta-me um mínimo:
lasca de pão,
gota de leite e,
céu acima,
nuvens alvíssimas.
Recusa
Agrada-me bem mais
olhar estrelas
do que assinar sentenças
de morte.
Agrada-me bem mais
ouvir a voz das flores
que, murmurando é ele,
meneiam as corolas
quando eu cruzo o jardim
do que ver os escuros
fuzis da guarda
matarem quantos querem
matar-me –
por isso eu não serei
– jamais – um governante.
Poemas de Arnaldo de Antunes
(para ampliar clicar nas imagens)
Estou cego a todas as músicas,
Não ouvi mais o cantar da musa.
A dúvida cobriu a minha vida
Como o peito que me cobre a blusa.
Já a mim nenhuma cena soa
Já a mim nenhuma cena soa
Nem o céu se me desabotoa.
A dúvida cobriu a minha vida
Como a língua cobre de saliva
Cada dente que sai da gengiva.
A dúvida cobriu a minha vida
Como o sangue cobre a carne crua,
Como a pele cobre a carne viva,
Como a roupa cobre a pele nua.
Estou cego a todas as músicas.
E se eu canto é como um som que sua.
Arnaldo Antunes
Arnaldo Antunes
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Assinar:
Postagens (Atom)